quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Despedida

Não encontro mais as palavras certas, mas também, tampouco as tenho procurado. As que ficaram, fizeram parte de uma história, por assim dizer, por isso as deixo aqui, sem alterações, fiéis aos seus sentidos, reais as suas ilusões e pretensões. Ficam então, estas velhas palavras em seus devidos lugares.
 
Enfim, entendi que é hora de seguir. Aos que me acompanharam, meu carinho sincero.
Beta.

Foto: Paula Batista
 
 P.S.: Sequei minhas lágrimas e meu caminho pareceu-me muito mais poético.
 

domingo, 12 de agosto de 2012

Cinderelas de All Star


Leia com atenção!

I - A 3ª Lei de Newton explica que para toda ação haverá sempre uma reação oposta e de igual intensidade. Ou seja, as ações mútuas de dois corpos um sobre o outro são sempre iguais e dirigidas em direções opostas.
II - Duas grandezas são inversamente proporcionais  quando, dobrando uma delas, a outra se reduz para a metade; triplicando uma delas, a outra se reduz para a terça parte... e assim por diante.
III - A idéia central da teoria do caos é que uma pequenina mudança no início de um evento qualquer pode trazer consequências enormes e absolutamente desconhecidas no futuro.

Se você conseguiu estabelecer relação, mesmo que mínima, entre as teorias acima e suas frustações amorosas, ou último romance, e mesmo assim continua... aceite!, você faz parte das seguidoras de Amélie Poulain (você ainda se permiter sonhar, certo?!).

Quando se trata das coisas do amor, paixões e outras dessas verdades inventadas pelos homens, deuses, ou seja lá quem foi que inventou tudo isso, as proposições se encaixam perfeitamente! Nesses casos, as reações são sempre em direções contrárias, inversamente proporcionais e na maioria dos casos o estrago é grande, mas nunca permanente. Mesmo parecendo que o mundo vai acabar, ele continua ali rodando naquele infinito, inevitavelmente particular.  Ah, boa notícia: esse infinito particular é sempre provisório! 
E como sempre sobram linhas em branco no nosso querido diário, podemos rascunhar outro conto das bruxas das fadas. Assim, vestimos as fantasias e, como cinderelas contemporâneas que usam All Star, ouvem rock, leem Caio F. e que já entenderam que os contos de fadas são invenções das bruxas más, que aprisonaram os príncipes encantados às páginas dos livros, ainda nos encantamos (por pura ironia)!
(Re)começamos. Não esperamos mais pelo perfeito, buscamos agora o real.


Então, retomamos o caderninho esquecido no fundo de uma gaveta qualquer e (re)escrevemos:
Era uma vez... Era outra vez... Era mais uma vez... Quero começar tudo de novo, e quero começar agora!