Mostrando postagens com marcador Chuva. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Chuva. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Meu Imaginário Afetivo


Hoje eu queria te contar como foi o meu dia.
Hoje eu queria te ouvir falar das tuas coisas.
Hoje eu queria te dizer de como eu odeio o frio.
Hoje eu só queria te lembrar que a chuva voltou.


Hoje eu queria tanta coisa...
...mas você não está aqui.








quarta-feira, 18 de julho de 2012

Incertezas


Brindo a tua ausência com a minha solidão; Sonho a tua presença e acordo só. 
Do papel branco forjo outras ilusões porque não sei como dizer que meus olhos ainda te procuram.
Já não sei por onde caminhar, perdi-me naquele último adeus, afastei-me do caminho mais simples...



(são duas horas da madrugada e do escuro do quarto ainda ouço a vida  acontecendo lá fora.)



terça-feira, 27 de março de 2012

Amor Grand Hotel


Olhou-me como nunca havia feito antes. Aquele olhar paralisou-me, ensurdeceu-me, não foi preciso nenhuma palavra, nenhum gesto... naquele momento percebi, era o fim. Ele partiu sem palavras, sem despedida, sem lágrimas. E assim, entre cigarros e lamentos, amanheci com os sonhos desfeitos. Restaram-me os retratos, a saudade e a solidão.


Ainda reconheço seu cheiro pela casa, sinto sua risada nas noites de insônia, procuro seu vulto na multidão.

P.S.: Tenho caminhado sem saber por onde ir.


quarta-feira, 21 de março de 2012

quarta-feira, 7 de março de 2012

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

domingo, 4 de dezembro de 2011

Nem Toda Flor Precisa Ter Espinho



Sem ois, sem intenções e sem pretensões, foi assim o nosso encontro.
Simples como uma volta no tempo. 
Foi bonito ver que cada um seguiu seu caminho, sem culpas, sem expectativas.


P.S.: O silêncio sempre nos vestiu bem.


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Porque já não existem segredos...


... e a dor que sinto não é suficiente para apagar as lembranças.

Aos nossos momentos, dedico essa canção.



domingo, 16 de outubro de 2011

Mais um Domingo de Chuva


Meus pensamentos insistem em não seguir a racionalidade (antes tão minha).
O óbvio já não procura fazer nenhum sentido, a busca pelo entendimento de tudo ou nada atravessa madrugadas insones.


Então, pelo amanhã, aceito a chuva, o domingo e a sua ausência.


P.S.: Escrever sobre você se torna cada vez mais complicado. Talvez você tenha apagado roubado as minhas palavras naquela última noite de inverno.


sábado, 1 de outubro de 2011

Depois de Tantos Ontens


Pela janela, a luz dos carros colore a sala escura.
No toca discos, a voz de Ella Fitzgerald, misturada ao som da chuva, dissolve as lembranças melancólicas de ambos.

O mundo voltou a fazer sentido, pelo menos para esses dois.

Os livros e discos dele agora voltam a ocupar o lugar na estante que ficou vazio por um tempo, talvez até necessário.
Sobre a mesa, a garrafa de vinho, agora vazia.

Ele não diz nada, se conforta em apenas sentir.
Ela o observa em silêncio, como  quem já não precisa mais esperar por nada.

Depois de tantos ontens e um inverno chuvoso e alguns desencontros, eles voltaram a ser eles.
E isso basta.



sábado, 24 de setembro de 2011

Primeira Chuva


Encontros pela metade.

Conversas inacabadas.


Aquela ideia fixa de... quem sabe outra hora, outros reencontros possíveis, aqueles mesmos antigos sentimentos...


E essa primeira chuva da primavera, que faz com que acreditemos ainda em tudo outra vez.



terça-feira, 6 de setembro de 2011

Porque Chove Lá Fora


Desde o dia em que ela se foi, os mesmos desatinos nostálgicos pairam em seus pensamentos.
Ela não chora.
Ela simplesmente espera, mesmo sem querer.
O mundo já não precisa fazer sentido.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Caminhando na Chuva


Meus pensamentos tentam fugir de você, mas então a chuva vem... e toda aquela melancolia, que essa mesma chuva brinda os poetas, faz com que sua ausência seja bem-vinda...

Assim, caminho pela chuva, esperando que meus pensamentos, outra vez ainda, se percam de você.