(Flores Azuis por Carola Saavedra)
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sábado, 13 de abril de 2013
Flores Azuis
"Lembro de tudo, desde o primeiro dia, o primeiro olhar. Uma vez alguém me disse que tudo já estava contido neste primeiro olhar, o amor, o encontro, o reencontro, a separação, o prazer, a dor, a vida e o ódio, tudo que está por vir já existe neste primeiro olhar, e depois apenas acontece. Não como um filme ou um conhecimento místico, não como um oráculo, apenas uma sucessão de fatos e certezas encadeadas. Então neste primeiro olhar eu soube tudo o que viria a partir dali, e tudo o que viria quando eu me aproximasse, e o amor surgisse e se estendesse e acabasse."
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Desenhando Poesia Com a Saudade Empoeirada
Eu queria muito ter te escrito algumas palavras ontem... Eu poderia ter te escrito muitas palavras naquela longa madrugada, chuvosa e fria(mas agora já passou, o enredou já mudou e eu já desabei).
Na tentativa de não macular os segundos, mudei os móveis de lugar, acendi cigarros, lamentei minha solidão, amaldiçoei seu silêncio (mas nada disso foi capaz de transformar sua ausência em presença).
Então amanheceu, e mais uma vez eu esqueci (e mais uma vez eu adormeci).
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
domingo, 25 de novembro de 2012
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
O Vento Me Contou Um Segredo
(Segredo: O que há de mais escondido; o que se oculta à vista, ao conhecimento. O que a ninguém deve ser dito; que é secreto; confidência. O sentido oculto de algo...)
domingo, 22 de julho de 2012
À Espera de Novos Dias
Aquele sofá vermelho... esse poderia ser o titulo do
Tenho lembranças e saudades, já te escrevi contando isso.
Sei dos teus problemas, e das tuas fugas. Conheço teus medos e receios.
Ainda lamento o abismo que construíste entre nós, e que só aumenta a cada tentativa minha de aproximação.
Por hoje isso é tudo, nunca mais consegui encontrar as palavras certas...
P.S.: Quantas palavras cabem dentro do silêncio?
quinta-feira, 3 de maio de 2012
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Janela Particular
e agora que escureceu, lembras do som de minhas últimas palavras?
terça-feira, 27 de março de 2012
Amor Grand Hotel
Olhou-me como nunca havia feito antes. Aquele olhar paralisou-me, ensurdeceu-me, não foi preciso nenhuma palavra, nenhum gesto... naquele momento percebi, era o fim. Ele partiu sem palavras, sem despedida, sem lágrimas. E assim, entre cigarros e lamentos, amanheci com os sonhos desfeitos. Restaram-me os retratos, a saudade e a solidão.
Ainda reconheço seu cheiro pela casa, sinto sua risada nas noites de insônia, procuro seu vulto na multidão.
P.S.: Tenho caminhado sem saber por onde ir.
quarta-feira, 14 de março de 2012
quarta-feira, 7 de março de 2012
Vem Acalmar Meu Choro
agora que perdi minhas asas...
ensina-me a (re)colocar meus pés no chão.
Índice:
Chuva,
Memória Afetiva,
Sombras
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Como Uma Canção de Espera
Agora que você se foi, lembro de você chegar, beijar minha testa, comentar do dia quente, da música que tocou no rádio, da saudade que bateu no final do dia...
Depois que você se foi, sinto falta de reclamar do seu cabelo bagunçado, da mensagem que você não respondeu, contar do livro que li, falar da saudade que ainda sinto...
Mas quando você voltar, quero te dizer de todas as vezes que procurei seu olhar, que senti seu cheiro, que busquei sua risada, que desejei sua voz... E sem que você diga nada... saberemos que toda a nossa espera não foi em vão.
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
sábado, 5 de novembro de 2011
Já Choveu
Hoje eu vi você. De longe, por alguns segundos... Senti como se tudo ao meu redor tivesse parado naqueles instantes, esperando para saber o que iria acontecer. Mas você não me viu. Uma sensação
Lembrei do tempo em que eu sabia
P.S.: O teu silêncio sempre foi minha fraqueza.
domingo, 23 de outubro de 2011
Estou Aqui, Só
Foi-se o tempo, o nosso tempo...
Agora estou aqui, sem você, só.
E aquelas suas velhas palavras, que me fizeram acreditar na ilusão do começo, onde se esconderam?
E a realidade do silêncio, do que restou depois do fim, onde se exilou?
Simplesmente, sei que não é mais possível que devolvas meu tempo.
Já não posso exigir mais nada.
P.S.: Tenho direito de sentir sua falta. Tenho razão em me sentir só.
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