Foto: Fran Valgas
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Escrevo pela incerteza, pela busca, pelo encontro.
Escrevo por ele, por ela, por mim, por você, por todos.
Escrevo por tudo o que está implícito, por tudo o que teima em se esconder nas entrelinhas, por tudo o que ousou e se tornou explícito.
Nesse jogo dos erros/acertos de vivências, sensações, sentimentos, preciso me perder tantas vezes para encontrar o que quero escrever.
Sinto necessidade, cada dia mais, desse movimento das letras formando palavras, das palavras formando frases e das frases se consolidando em textos. Pois somente assim posso me rascunhar, te reinventar, compor outros mundos, construir portos seguros, criar faz-de-contas...
Então, escrevo pelas verdades que inventamos, pelas sensações que experimentamos, pela realidade que almejamos, pelas ilusões que forjamos… Escrevo por tudo o que esperamos, por tudo o que buscamos, por tudo o que acreditamos, por tudo o que projetamos…
Por tudo isso, e sempre mais, escrevo!
Por tudo isso, e sempre mais, escrevo!
Aos que me acompanham, seja de longe ou de perto, muito obrigada, de coração!
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